04/fevereiro/2010 - quinta-feira
Coluna Semanal
Baixo volume de negócios
O mercado de fevereiro abriu bem mais lento do que vivenciamos durante o mês de janeiro, tanto na intenção de compra de matéria-prima pelas indústrias, quanto na venda do fardo. O movimento de alta que acompanhamos originou um bom volume de negócios nas duas pontas, mas provocou um nível de preços que notoriamente assustou o comprador do varejo, principalmente tendo uma safra eminente.
Passado este momento, com as indústrias melhor posicionadas de matéria prima, qualquer novo movimento estará diretamente vinculado a aceleração da venda do fardo e a viabilização, de fato, dos custos pagos nos negócios realizados.
Desta forma, o mercado volta a ter patamares nominais, com baixo volume de negócios nas duas pontas. Se analisarmos o perfil da safra e o fato de termos produto novo disponível com volume relevante somente a partir da segunda quinzena de março, as indústrias deveriam manter uma postura conservadora ainda no mês de fevereiro para não antecipar expectativas de safra bem antes do tempo.
Por outro lado, a postura histórica em momentos de baixa venda é de abrir concessões e tentar realizar possíveis movimentos futuros, apesar de geralmente não trazer grandes resultados concretos.
O momento é de comprar o giro, e dentro deste raciocínio é melhor comprar a necessidade hoje do que deixar para amanhã e ficar mais exposto as incertezas da safra que vêm aí.
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do código penal. Conheça a Lei 9610.

















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