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	<title>Agroblog - O Blog do Agronegócio &#187; Arroz</title>
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	<description>Um time de grandes Agroblogueiros disponibilizam semanalmente análises e informações privilegiadas sobre o agronegócio.</description>
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		<title>ARROZ &#8211; Marcos Gonçalves</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 15:55:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agroblog.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arroz]]></category>

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		<description><![CDATA[Mercado firme, até quando ninguém sabe! Estamos abrindo mais uma semana e o mercado de arroz em casca segue firme na busca do preço mínimo estipulado pelo governo federal. Este processo vem se desenvolvendo faz mais de 60 dias e neste momento, o mercado já apresenta alternativas para que o produtor remunere o seu produto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Mercado firme, até quando ninguém sabe!</strong></h2>
<p>Estamos abrindo mais uma semana e o mercado de arroz em casca segue firme na busca do preço mínimo estipulado pelo governo federal. Este processo vem se desenvolvendo faz mais de 60 dias e neste momento, o mercado já apresenta alternativas para que o produtor remunere o seu produto, mesmo vendendo para a indústria no mercado livre, em patamares similares.</p>
<p>Se levarmos em conta o volume de arroz que irá sair através das exportações, o volume que o governo já comprou, como é o caso do AGF (Aquisição do Governo Federal) ou vai acabar comprando via os leilões de contrato de opção, chegamos a um saldo disponível até a safra que coloca em dúvida, mesmo para os mais pessimistas, que o mercado volte a cair novamente a partir de outubro ou novembro.</p>
<p>Esta é grande dúvida de todos! Que o aumento atual é firme, consistente e que o preço vai firmar no preço mínimo neste momento, ninguém dúvida. O receio é sempre futuro, ou seja, se o fôlego do governo e do produtor a partir de outubro ou até a pressão maior de venda do Mercosul para o nosso mercado interno, possa vir a provocar algum recuo pra frente.</p>
<p>A chance com certeza existe, mas é importante avaliar que o produtor gaúcho já colocou e programou uma boa parte da venda do seu produto. Além disso o governo federal deixa claro que irá se manter atuando enquanto isto for necessário.</p>
<p>Não vemos outro caminho para a indústria, a não ser repassar o custo pago pelo arroz no mercado interno e seguir construindo com o varejo, a nova realidade que os preços de gôndola devem retratar.</p>
<p>O mercado segue indicando posição firme o que mantém a sugestão para não deixar a posição de compra em defasagem perante o giro da venda.</p>
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		<title>ARROZ &#8211; Marcos Gonçalves</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 12:29:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agroblog.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arroz]]></category>

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		<description><![CDATA[Forte alta do arroz casca Alta necessidade de compra de arroz em casca e pouca oferta por parte do produtor fazem a realidade altista que o mercado vem enfrentando nas últimas semanas. De fato, para termos um movimento que pudesse provocar altas reais nos preços do fardo, o nível do aumento teria que ser tão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Forte alta do arroz casca</strong></h2>
<p>Alta necessidade de compra de arroz em casca e pouca oferta por parte do produtor fazem a realidade altista que o mercado vem enfrentando nas últimas semanas. De fato, para termos um movimento que pudesse provocar altas reais nos preços do fardo, o nível do aumento teria que ser tão grande quanto o que já se concretizou até o momento. Temos um acumulo de R$ 4,00 de alta no arroz em casca e como aparentemente o preço mínimo estabelecido pelo governo é a referência, se imagina um espaço de pelo menos mais R$ 2,00 ainda pela frente.</p>
<p>Na verdade este processo esta alicerçado por vários instrumentos propiciados pelo governo federal ao mercado de arroz! Pelo tamanho da safra nem poderia ser diferente, já que a ideia do estoque/produção com grande folga perante o consumo no mercado interno depreciou muito os preços. Entre PEP, PEPRO, AGF, Contratos de Opção e prorrogação das dívidas vinculadas ao custeio agrícola, finalmente o governo conseguiu, pelo menos de forma parcial até o momento, atingir os seus objetivos de empurrar o mercado interno em direção ao preço mínimo. Além disso, a liberação da verba necessária para que o potencial máximo que temos de exportação seja atingido, coloca as indústrias para rodar sem ociosidade e com mais força para enfrentar a queda de braço perante o varejo!</p>
<p>Pelo menos até setembro, não devemos ter aumento nos volumes ofertados pelo produtor, pois os compromissos durante este período são pequenos e tiram a pressão de venda de arroz em casca. Ou seja, a indústria não tem outro caminho a não ser repassar a alta ao fardo. É claro que isto não acontece de forma homogênea e o varejo sabe que se pressionar, sempre tem alguém que pode se dispor a fazer, mas por outro lado, do jeito que o mercado vem se mostrando, vender barato confiando na recompra, parece ser um &#8220;tiro pela culatra&#8221;.</p>
<p>Por enquanto, seguimos apontando que a melhor compra é a de hoje, pois a tendência enquanto não tivermos a balança de oferta e demanda regulada deve ser de sequência da alta.  </p>
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		<title>ARROZ &#8211; Marcos Gonçalves</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 05:48:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agroblog.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arroz]]></category>

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		<description><![CDATA[Mercado firme! Será que sobe? O mercado do arroz em casca no Rio Grande do Sul apresenta duas realidades que nos parecem bem diferentes. Em regiões distantes ao porto e conseqüentemente de difícil acesso as alternativas de exportação, o mercado anda livre e com boa oferta, o que naturalmente pressiona as cotações para baixo. Com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Mercado firme! Será que sobe?</strong></h2>
<p>O mercado do arroz em casca no Rio Grande do Sul apresenta duas realidades que nos parecem bem diferentes. Em regiões distantes ao porto e conseqüentemente de difícil acesso as alternativas de exportação, o mercado anda livre e com boa oferta, o que naturalmente pressiona as cotações para baixo. Com realidade bem diferente, encontram-se as regiões próximas ao porto de Rio Grande, aonde as alternativas de acessar o mercado externo são concretas e o efeito dos leilões de PEP (Prêmio por Escoamento de Produto), faz com que as cotações se mantenham firmes a mais de 30 dias. </p>
<p>Além do PEP, o governo federal faz nesta quinta-feira (15/06), o segundo leilão de Contratos de Opção, permitindo ao produtor, vislumbrar patamares de venda ao governo (R$ 29,00/sc para novembro), bem melhores do que os praticados no mercado livre. O somatório dos dois instrumentos desenha a baixa oferta de arroz em casca na região sul e faz com que as indústrias que tenham necessidade de compra se obriguem a pagar mais caro para viabilizar as aquisições de matéria prima.</p>
<p>Acontece que de fato, até o momento, o mercado interno do &#8220;fardo&#8221; não aponta nenhum sinal de iniciar um caminho altista, o que nos leva a crer que a &#8220;alta&#8221; patrocinada por patamares de compra mais altos de algumas indústrias, têm um teto momentâneo. Subir R$ 0,50/sc para viabilizar melhor a compra, somente pressiona a margem da indústria, que assimila este aumento de custo por não ter força perante o varejo para repassar. Altas maiores tornam inevitável o repasse, o que nos leva a crer que a necessidade de aquisição terá que ser mais ampla e geral transformando-se em movimento de alta de fato na briga com o varejo.</p>
<p>O cenário indica mercado com preços de matéria prima firme e com chances de assumir um cenário que leve ao repasse para os preços do fardo. A compra de beneficiado, apesar de ainda acontecer perante o giro, segue sem trazer riscos no curto prazo!</p>
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		<title>ARROZ &#8211; Marcos Gonçalves</title>
		<link>http://www.agroblog.com.br/arroz/mercado-com-precos-baixos-mas-firme/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 May 2011 13:44:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agroblog.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arroz]]></category>
		<category><![CDATA[arroz em casca]]></category>
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		<category><![CDATA[colheita]]></category>
		<category><![CDATA[PEP]]></category>
		<category><![CDATA[super safra]]></category>

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		<description><![CDATA[Mercado com preços baixos, mas firme! Após longo período com tendência de baixa e certo descrédito quanto à sustentabilidade das ações do governo em ano de super safra, estamos já na terceira semana de estabilidade nas cotações do arroz em casca e em alguns casos, para lotes maiores e de boa qualidade, já consegue se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Mercado com preços baixos, mas firme!</strong></h2>
<p>Após longo período com tendência de baixa e certo descrédito quanto à sustentabilidade das ações do governo em ano de super safra, estamos já na terceira semana de estabilidade nas cotações do arroz em casca e em alguns casos, para lotes maiores e de boa qualidade, já consegue se visualizar aumento nos preços realizados.</p>
<p>Com o término da colheita, a atenção dos produtores se volta para o mercado de venda e principalmente para formas de aproveitar ao máximo os mecanismos que o governo federal coloca a disposição. O PEP (Prêmio para Escoamento de Produto), tem regularidade quinzenal e já mostra resultados concretos, principalmente na região sul do estado, aonde a exportação ganha força e regularidade, com ofertas de compra tanto para o arroz parboilizado quanto para o branco. O Contrato de Opção, apesar de ser um mecanismo de alta qualidade para o produtor devido ao preço geralmente oferecido, esbarra na grande limitação de armazéns credenciados com capacidade para recebimento do produto.</p>
<p>No mercado interno, o cenário descrito também vem gerando uma redução nas concessões das indústrias para as promoções do varejo. Parece que os patamares atuais estão sendo entendidos como os menores que se deve atingir e apesar de ainda não termos cenário tão sólido para provocar alta, com certeza à firmeza nas cotações já é um ótimo sinal para o mercado em curto prazo.</p>
<p>Neste sentido, entendemos que os preços que vêm sendo praticados no beneficiado, já não representam risco para a reposição e quem sabe os mais otimistas já começam a pensar que a compra maior pode trazer surpresas positivas.</p>
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		<title>ARROZ &#8211; Marcos Gonçalves</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 10:05:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agroblog.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arroz]]></category>
		<category><![CDATA[exportação]]></category>
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		<description><![CDATA[Preços continuam em queda! Entramos no mês de abril com mais de 50% da safra de arroz colhida no Rio Grande do Sul e ainda com várias dúvidas quanto ao desenvolvimento das cotações daqui em diante. Apesar dos esforços do governo federal, levados à prática até o momento através do mecanismo de PEP (Prêmio por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Preços continuam em queda!</strong></h2>
<p>Entramos no mês de abril com mais de 50% da safra de arroz colhida no Rio Grande do Sul e ainda com várias dúvidas quanto ao desenvolvimento das cotações daqui em diante. </p>
<p>Apesar dos esforços do governo federal, levados à prática até o momento através do mecanismo de PEP (Prêmio por Escoamento de Produto) para exportação, este não tem sido suficiente para segurar as cotações em ano de &#8220;super safra&#8221;. Os preços em queda no mercado internacional e a maior valorização do real perante o dólar, deixam as propostas de exportação em qualidade duvidosa! Parece que, para buscar cotações no mercado livre mais próximas do preço mínimo (R$ 25,80 por saca de 50 kilos de arroz em casca), as medidas terão que ser bem maiores.</p>
<p>Nos próximos dias, deve ser divulgado outro mecanismo de apoio ao mercado. O Contrato de Opção Pública permite que o produtor tenha a possibilidade de vender o seu arroz ao governo em preço pré-estabelecido de R$ 29,00 para pagamento em novembro. Se de fato for confirmado, nos parece que o governo irá comprar todo o arroz que a verba permitir, pois é uma cotação que dificilmente será viável no mercado interno e principalmente no externo.</p>
<p>De qualquer forma, é um ano em que todo o apoio é bem vindo, pois os preços baixos geram uma grande dificuldade para o setor arrozeiro como um todo. Tendo volume de oferta, a indústria acaba repassando ao varejo o baixo preço pago ao produtor e leva a sua própria margem no negócio, a patamares inviáveis para a sobrevivência a médio e longo prazo. Será momento de aproveitar as oportunidades que os mecanismos do governo oferecem e balizar as cotações de compra e venda por patamares mais saudáveis para todos os envolvidos no processo.</p>
<p>De qualquer forma, hoje a tendência é de baixa e a busca de todos, deveria ser pela estabilidade, pelo menos em uma primeira etapa. Como ainda não conseguimos enxergar isto com clareza, recomendamos muita cautela nas compras, trabalhando com o giro do mês e aguardando uma definição mais consistente nos preços de mercado.</p>
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		<title>ARROZ &#8211; Marcos Gonçalves</title>
		<link>http://www.agroblog.com.br/arroz/nova-safra-de-incertezas/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Feb 2011 07:06:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agroblog.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arroz]]></category>
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		<description><![CDATA[Nova safra de incertezas! Entramos na segunda quinzena de fevereiro com o início da colheita de arroz e grandes expectativas em relação ao andamento das cotações daqui em diante. Os meses de dezembro e janeiro foram de baixas semanais, pois o mercado não acreditava que o governo tivesse uma participação relevante ainda antes da safra. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Nova safra de incertezas!</strong></h2>
<p>Entramos na segunda quinzena de fevereiro com o início da colheita de arroz e grandes expectativas em relação ao andamento das cotações daqui em diante.  </p>
<p>Os meses de dezembro e janeiro foram de baixas semanais, pois o mercado não acreditava que o governo tivesse uma participação relevante ainda antes da safra. Somando-se a este fato a baixa procura no mercado interno, as indústrias acabaram antecipando patamares mais baixos de compra, que já se imaginavam para o início da safra. </p>
<p>No início de fevereiro, com o mercado operando patamares em torno de quatro reais abaixo do preço mínimo (R$ 25,80), o governo divulgou uma participação importante no mercado através de dois mecanismos: AGF (Aquisição do Governo Federal) e leilões de PEP (Prêmio de Escoamento da Produção) com destino, quase que exclusivo, de viabilizar um grande volume de exportações.</p>
<p>A notícia teve efeito imediato e a indústria, ainda impulsionada por boas vendas no início de fevereiro, saiu às compras e pagou mais caro, chegando a ser realizados negócios a R$ 24,00 (posto indústria), ou seja, até dois reais acima do que o mercado praticava no final de janeiro.</p>
<p>Por outro lado, o mesmo motivo que impulsionou o movimento de alta, já provoca novamente um recuo, pois o governo lançou a notícia, mas ainda não a colocou em prática! Com isto, a indústria fez a compra mínima necessária para o seu giro mensal e novamente se posiciona de forma conservadora esperando a safra, o que em termos práticos fez o mercado perder uma parcela do valor de alta que já tinha atingido, tanto para o arroz em casca quanto para o beneficiado.</p>
<p>Parece-nos que a análise simplista é a seguinte: o Brasil precisa exportar e isto pode ser feito de duas formas, ou com incentivo do governo e com isto o produtor recebendo o preço mínimo na venda ou o mercado atingindo patamares de preço que fechem esta conta da exportação. Por isso, é fundamental que o governo se posicione de forma clara e rápida, sob pena de perder por completo o valor que o mercado atingiu nestas duas últimas semanas.</p>
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		<title>ARROZ &#8211; Marcos Gonçalves</title>
		<link>http://www.agroblog.com.br/arroz/cenario-de-alta-durou-pouco/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Dec 2010 11:07:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agroblog.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cenário de alta durou pouco! O cenário no qual abrimos o mês de dezembro não traz perspectivas muito otimistas para o desenvolvimento do mercado nos próximos dias. O baixo interesse por novas vendas do Mercosul para o Brasil, a procura maior pelas indústrias do centro oeste e o leilão de PEP lançado pelo governo, foram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Cenário de alta durou pouco!</strong></h2>
<p>O cenário no qual abrimos o mês de dezembro não traz perspectivas muito otimistas para o desenvolvimento do mercado nos próximos dias. O baixo interesse por novas vendas do Mercosul para o Brasil, a procura maior pelas indústrias do centro oeste e o leilão de PEP lançado pelo governo, foram o alicerce para a alta nas cotações durante o mês de novembro. Acontece que, a procura por arroz em casca pelas indústrias que adquiriram o PEP, não veio num nível relevante que sustentasse a alta nas cotações. Além disso, a baixa movimentação na venda do fardo após a divulgação do aumento para o varejo, leva a crer que não tenhamos sustentação nas cotações altistas a ponto de elevar de fato os preços do arroz nas principais praças brasileiras. Neste sentido, o período não ajuda, pois as atenções do varejo se voltam para os produtos natalinos e fica difícil chamar a atenção para realizar bons volumes, imaginem para fazer vingar uma alta!</p>
<p>Muitos produtores seguraram a venda do produto remanescente, na esperança de que o PEP trouxesse uma nova visão para o mercado, atingindo com isto cotações mais altas das que foram realizadas até a semana passada. Parece-nos que as regras pelas quais o PEP foi lançado, até o momento não tiveram a força necessária para segurar o mercado.</p>
<p>De fato, acreditamos que a sustentação de um movimento de alta neste período, somente acontece se houver escassez de arroz em casca no mercado interno ou procura do mercado internacional acima da normalidade. Como as duas questões não mostram o cenário propício, para voltarmos a ter um cenário altista ainda nesta entressafra, vamos precisar de novidades maiores do que o PEP disponibilizado pelo governo.</p>
<p>Tendo em vista que as cotações do fardo não assumiram o movimento de alta das últimas semanas, acreditamos que os preços praticados não representam risco na compra. A compra pelo giro segue sendo a melhor recomendação.</p>
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		<title>ARROZ &#8211; Marcos Gonçalves</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Nov 2010 06:04:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agroblog.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tendência de mercado se modificando Estamos fechando a primeira quinzena de novembro, com novidades importantes para o mercado de arroz. A tendência de baixa lenta e gradual que vinha se desenhando como o mais provável cenário até a safra, pode sofrer alterações significativas! Como fatores, apontamos o aumento de preço no mercado internacional que desviou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Tendência de mercado se modificando</strong></h2>
<p>Estamos fechando a primeira quinzena de novembro, com novidades importantes para o mercado de arroz. A tendência de baixa lenta e gradual que vinha se desenhando como o mais provável cenário até a safra, pode sofrer alterações significativas!</p>
<p>Como fatores, apontamos o aumento de preço no mercado internacional que desviou a atenção das indústrias do Uruguai, Argentina e Paraguai para vendas a terceiros países e consequentemente aliviou a pressão que vinha sendo exercida no mercado brasileiro, aumentando as cotações e restringindo embarques. Também apontamos a forte demanda das indústrias do centro-oeste por arroz em casca e beneficiado como fator importante de aumento da procura, criando novas alternativas tanto para os produtores como para as indústrias beneficiadoras ocuparem parte da sua capacidade ociosa. Para finalizar a mudança do momento, o governo liberou leilão de PEP para o dia 23 de novembro com 110 mil toneladas para o RS e 15 mil para Santa Catarina. O objetivo do prêmio será para algumas regiões Brasileiras e para exportação. As regras e valor do prêmio ainda não foram divulgados, mas o vinculo com o preço mínimo para a compra do produtor, eleva automaticamente as cotações que o mercado vinha operando.</p>
<p>Qual o limite da alta é difícil apostar, mas entendemos que mesmo com os fatores apontados, o mercado interno exige que a indústria tenha capacidade de repasse deste aumento para os preços do fardo! Neste sentido, o histórico recente e o momento do ano que temos pela frente com normal desvio de foco da cesta básica por parte do varejo, nos leva a pensar que o desafio é grande! Se a indústria não tiver a devida firmeza para repassar a alta no preço pago pela matéria-prima, vai acabar assumindo o prejuízo de comprar mais caro e pressionar o mercado do arroz em casca para que este se equilibre novamente com os preços viabilizados na venda do fardo. </p>
<p>De qualquer forma, sob a ótica da compra, seja de arroz em casca ou de beneficiado, nos parece que pelo menos nos próximos dias, o que se deixar para comprar amanhã, tem grandes chances de acabar pagando mais caro.</p>
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		<title>ARROZ &#8211; Marcos Gonçalves</title>
		<link>http://www.agroblog.com.br/arroz/produto-do-mercosul-com-consideravel-alta/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 05:35:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agroblog.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Produto do Mercosul com considerável alta O mês de outubro encerra o seu ciclo comercial com as indústrias realizando volumes de venda mais expressivos que no mês de setembro, mas com fortes queixas quanto à piora no resultado dos negócios. A queda na remuneração das vendas ocasiona um movimento automático de baixa nos preços que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Produto do Mercosul com considerável alta</strong></h2>
<p>O mês de outubro encerra o seu ciclo comercial com as indústrias realizando volumes de venda mais expressivos que no mês de setembro, mas com fortes queixas quanto à piora no resultado dos negócios.</p>
<p>A queda na remuneração das vendas ocasiona um movimento automático de baixa nos preços que se pretende realizar a compra do arroz em casca, principalmente nas cotações de liquidação do produto a depósito. A realização desta baixa ocorre em volumes muito pequenos, mantendo o mercado em cotações totalmente nominais. A falta de oferta por parte do produtor nos valores de aquisição pretendidos pela indústria neste momento é notória.</p>
<p>Se de fato o mercado não contar com nenhum mecanismo de apoio por parte do governo federal ou uma mudança na competitividade do nosso produto beneficiado visando à exportação, a baixa gradual até a safra será inevitável.</p>
<p>Neste sentido, a semana foi muito importante na construção de um possível novo momento altista nas cotações do arroz em casca ainda nesta entressafra. O governo federal deve oficializar na próxima semana, liberação de verba para o mecanismo de apoio chamado PEP (Prêmio por Escoamento de Produto), visando às exportações e o abastecimento das indústrias do centro-oeste. Este apoio viria em momento simultâneo a uma alta relevante no mercado internacional, principalmente no produto americano, que leva o Uruguai, Argentina e Paraguai, a ter novas alternativas de venda a terceiros países, tirando o foco do mercado brasileiro e com considerável alta nos preços para novos negócios.</p>
<p>A confirmação destes fatos nos próximos dias pode mudar o cenário do mercado de matéria-prima, mesmo que por um curto período. Se isto acontecer, ainda resta a dúvida quanto à capacidade da indústria em repassar este movimento para o varejo.</p>
<p>As informações comentadas nos levam a crer que a tendência baixista pela qual o mercado se moldou nas últimas semanas deve mudar!</p>
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		<title>ARROZ &#8211; Marcos Gonçalves</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 10:01:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agroblog.com.br</dc:creator>
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		<category><![CDATA[mercado nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[Empurrando com a barriga O mês de setembro manteve negociações em ritmo lento, com o varejo comprando exclusivamente dentro das necessidades de giro e a indústria correndo atrás das oportunidades de volume, mas com dificuldades em realizar &#8220;promoções&#8221; com preços inferiores aos que já vinham sendo praticados. A média dos negócios realizados entre a indústria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Empurrando com a barriga</strong></h2>
<p>O mês de setembro manteve negociações em ritmo lento, com o varejo comprando exclusivamente dentro das necessidades de giro e a indústria correndo atrás das oportunidades de volume, mas com dificuldades em realizar &#8220;promoções&#8221; com preços inferiores aos que já vinham sendo praticados. A média dos negócios realizados entre a indústria e o varejo acaba baixando, pois como já comentamos, estabilidade sempre indica queda, mesmo que não acompanhada da mesma movimentação no arroz em casca.  </p>
<p>Pelo lado do arroz casca, o fraco interesse de compra por parte da indústria gera baixa nos patamares de mercado divulgados. Isto acontece porque sem necessidade de comprar volume os preços de liquidação de arroz a depósito acabam sendo estabelecidos com a base indicada na venda do fardo. O produtor pelo seu lado, com a possibilidade de prorrogação nos vencimentos de EGF (Empréstimo do Governo Federal), também não têm nenhuma grande concentração de pagamentos que propicie a venda de arroz em casca em lotes maiores. Com o patamar anunciado pelas indústrias já beirando o preço mínimo (R$ 25,80) estabelecido pelo governo e em algumas regiões, devido ao frete remunerando menos que este valor, parece que a ideia é aguardar um pouco mais e ver se uma nova &#8220;onda&#8221; de necessidade conjunta de aquisição de matéria prima traz novamente cotações que indiquem uma remuneração mais de acordo com o desejado.</p>
<p>Enquanto isso, ajudadas pelo dólar baixo, as compras do Mercosul seguem acontecendo e dão fôlego principalmente nas praças aonde a maior parcela do consumo é de arroz polido branco, para seguir &#8220;empurrando&#8221; e protelando a compra no mercado nacional.</p>
<p>Pelo descrito, a tendência indica um mercado pouco mais firme nos próximos trinta dias, com interesse de compra de arroz em casca talvez mais pujante. De qualquer forma, este fato não indica de forma clara que o fardo tenha espaço para tentar novo reposicionamento nas gôndolas.</p>
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