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	<title>Agroblog - O Blog do Agronegócio &#187; Feijão</title>
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	<description>Um time de grandes Agroblogueiros disponibilizam semanalmente análises e informações privilegiadas sobre o agronegócio.</description>
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		<title>FEIJÃO &#8211; Marcelo Lüders</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 06:16:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agroblog.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Feijão]]></category>

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		<description><![CDATA[IBRAFE e Câmara Setorial &#8211; Evolução para o Feijão Durante muitos anos a cadeia produtiva do feijão esteve a mercê de sua própria sorte. Produtores de um lado com suas dificuldades e impossibilitados de levar seus pleitos as autoridades com poder de decisão. O restante da cadeia produtiva também com suas dificuldades o excesso de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>IBRAFE e Câmara Setorial &#8211; Evolução para o Feijão</strong></p>
<p>Durante muitos anos a cadeia produtiva do feijão esteve a mercê de sua própria sorte. Produtores de um lado com suas dificuldades e impossibilitados de levar seus pleitos as autoridades com poder de decisão. O restante da cadeia produtiva também com suas dificuldades o excesso de impostos fazia com que bem mais de 50% do feijão que chegava as gôndolas sofresse em algum momento a ação nefasta da sonegação. Sem dúvida esta era uma razão que mantinham muitos em silêncio sem se sentir no direito de pleitear algo ou mesmo sugerir políticas adequadas ao setor. Foi neste ambiente que um grupo de produtores empacotadores e corretores decidiram mudar esta situação e levaram a efeito o I Fórum Brasileiro de Feijão em 2006. A partir deste fórum começou um movimento propiciado pelo Ministério da Agricultura que resultou na Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Feijão no âmbito do Conselho do Agronegócio (Consagro) com a primeira reunião no dia 26 de Abril de 2007. Desde então todos através do IBRAFE tem oportunidade de manifestar e ser escutado por aqueles que tem competência para buscar soluções para os desafios do crescente mercado de feijão no Brasil. Tem sido assim desde então. Defende-se o mercado de feijão, seja na busca de um preço mínimo justo ou na implementação no momento adequado das ferramentas disponíveis através de PEP OU PEPRO ou leilões de venda, em sugestões no momento de decisões sobre revisão de normas de classificação ou das normas que organizam as empresas empacotadoras.</p>
<p>Há muito para ser feito. Mas o fato de existir uma entidade sem fins lucrativos que busca de maneira altruísta o bem comum já foi uma passo gigante. Desafios não faltam e agora trabalha-se na formação de preço no Brasil. Não podemos continuar a ter a referência sendo ditada por meia dúzia de comerciantes que se reúnem no atacado paulista e com critérios duvidosos decide o preço de perto de 4 milhões de toneladas produzidas no Brasil.</p>
<p>Trabalha-se também no PNF Padrão Nacional de Feijão. Hoje quem decide o preço baseado na cor do feijão carioca faz isto de maneira totalmente empírica. Não há um padrão como em outros produtos em que a cor faz diferença no preço.</p>
<p>Temos ainda uma produção de 70% de feijão carioca, e logicamente é mais consumido, porém quando falta, não existe algo parecido no mundo para ser importado, e, quando sobra não existe para ser exportado. Para vencer este desafio precisamos incentivar a pesquisa e desenvolver variedades exportáveis que tenham a simpatia de nosso consumidor, em um trabalho que levará muitos anos e irá desenvolver-se com o hábito do consumidor de consumir outras variedades.</p>
<p>Assim, relacionei um pouco dos desafios e vitórias que temos obtido nesta cadeia produtiva, em meio a tantas outras. Se você leu até aqui, neste momento explico que devido ao desafio enorme que temos pela frente, deixarei de ocupar este espaço e estarei dedicando toda energia aos desafios do IBRAFE, bem como de seguir em frente com nosso dia a dia na Correpar. Pretendemos no próximo ano organizar 4 seminários voltados a comercialização de feijão e o primeiro congresso brasileiro de comercialização de feijão, assim, certamente os meses a frente serão de muito trabalho e concentração nestes aspectos tão importantes quanto levar através do Agroblog os comentários sobre o mercado. Agradeço a oportunidade e acolhida que recebi neste espaço e desejo à todos sucesso em suas empreitadas a favor da agricultura brasileira. Se desejar mais informações sobre o IBRAFE faça contato pelo marcelo@ibrafe.org.</p>
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		<title>FEIJÃO &#8211; Marcelo Lüders</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 06:13:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agroblog.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Feijão]]></category>

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		<description><![CDATA[Agosto triste para o produtor O mercado de feijão enfrenta um momento extremamente difícil. Mesmo com a redução total de 3,5% sobre a oferta do ano passado o mercado se mantém durante o mês de agosto em queda, com R$ 65 até R$ 70 em Minas, e na Bahia abaixo de R$ 60 por saco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Agosto triste para o produtor</strong></p>
<p>O mercado de feijão enfrenta um momento extremamente difícil. Mesmo com a redução total de 3,5% sobre a oferta do ano passado o mercado se mantém durante o mês de agosto em queda, com R$ 65 até R$ 70 em Minas, e na Bahia abaixo de R$ 60 por saco de 60 kgs. Estamos experimentando na verdade o excesso de oferta ocasionado pela oferta pequena do ano passado que pressionou os preços para cima além de R$ 250,00 em alguns momentos e principalmente pelo valor de R$ 80,00 para o preço mínimo.</p>
<p>Ocorre que em regiões como a de Ribeira do Pombal e Tucano na Bahia, Garanhuns em Pernambuco e Poço Verde em Sergipe, não existem armazéns autorizados a receber a mercadoria para AGF (Aquisição do Governo Federal) e nem mesmo estrutura para padronizar o produto para a CONAB. Produtores estão sendo prejudicados pelo excesso de estímulo preço e garantias, e os consumidores em algum momento no futuro irão novamente pagar mais caro pelo produto devido ao desestímulo que isto acarretará.</p>
<p>Não há o que fazer no momento. O supermercado compra o mínimo necessário evitando a formação de estoque, uma vez que sempre que vai repor seu estoque encontra ofertas ainda mais baixas.</p>
<p>Exigir um maior volume de verbas para AGF é um desafio. O governo afirma que está voltando a liberar verbas para AGF esta semana, cerca de R$ 20 milhões. Porém sabe-se que este valor não será suficiente para o total a ser ofertado durante este período. Agosto não será um período a ser lembrado com saudades.</p>
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		<title>FEIJÃO &#8211; Marcelo Lüders</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 06:48:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agroblog.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Feijão]]></category>

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		<description><![CDATA[Feijão não é feito em forminha O mercado de feijão carioca manteve-se na última semana estável com negócios ao redor de R$ 70 à 75 ao produtor por saca de 60 kg. Os produtores estão negociando lentamente, pois não estão contentes com estes preços, que imaginavam que ficariam no mínimo em R$ 90. Esta situação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Feijão não é feito em forminha</strong></p>
<p>O mercado de feijão carioca manteve-se na última semana estável com negócios ao redor de R$ 70 à 75 ao produtor por saca de 60 kg. Os produtores estão negociando lentamente, pois não estão contentes com estes preços, que imaginavam que ficariam no mínimo em R$ 90. Esta situação deve desestimular o plantio da primeira safra de 2009/2010. A situação não é diferente no feijão preto, que manteve-se bem ofertado com negócios em São Paulo ao redor de R$ 75 por saca de 60 kg.</p>
<p>Além do mercado que anda de lado, uma praga das lavouras está fugindo do controle e pode atingir o custo do feijão ao consumidor. Trata-se dos percevejos (Nezara viridula, Neomegalotomus parvus, Piezodorus guildinii), que mesmo em volume pequeno nas lavouras, podem danificar os grãos e diminuir a produtividade em até 33%. Esta praga é mais intensa em Goiás, Minas Gerais e São Paulo, mas ataca lavouras em todo o território nacional, e também lavouras na Argentina. Algumas espécies de percevejo podem atacar não somente o caule mas o próprio grão, transmitindo um fungo que causa mancha nas sementes. Ocorre que os fiscais do Ministério da Agricultura para identificar se um grão foi ou não atingido pelo percevejo, ao constatar mesmo a mais leve ruga no grão, decidem abri-lo e ao perceber o vestígio de ataque de percevejo desclassifica o lote inteiro de mercadoria rebaixando o tipo da mercadoria. Assim, inúmeras carretas de mercadoria estão sendo devolvidas pelos empacotadores, ocasionando um grande prejuízo a produtores e cerealistas. Em outras circunstancias o feijão empacotado é desclassificado já na gôndola do supermercado, mesmo tendo classificação prévia em outro local do território nacional onde o problema não foi identificado, e nestes casos são aplicadas pesadas multas sobre o empacotador.</p>
<p>Interessante é que lotes de feijão argentino que foram classificados na fronteira, ao chegar no empacotador é desclassificado. Então fica a pergunta, quem está certo? Como multar o empacotador que não pode abrir grão por grão para saber se tem ou não vestígios de ataque de percevejos?</p>
<p>Não estamos tratando de um produto industrial que é feito em forminha. Depende tão somente da natureza e, assim como não seria razoável aplicar multas sobre o produtor que esta produzindo este feijão, não se pode imputar ao empacotador este ônus. Cabe ressaltar que ao consumidor não existe registro de qualquer tipo de inadequação ao consumo. O IBRAFE (Instituto Brasileiro do Feijão) mobilizou a Câmara Setorial da Cadeia produtiva do Feijão e marcou uma reunião com diversos departamentos do Ministério da Agricultura nos dias 18 e 19 de agosto para buscar um acordo sobre esta delicada situação.</p>
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		<title>FEIJÃO &#8211; Marcelo Lüders</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 06:59:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agroblog.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Feijão]]></category>

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		<description><![CDATA[Como decidir se planta ou não Os produtores do centro-oeste, bem como do sudeste, e acima de tudo do noroeste mineiro estão em alerta máximo. O feijão esta semana chegou a ser comercializado por R$ 80,00, ou seja, no valor do preço mínimo. Isto que a área semeada foi menor do que no ano passado. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Como decidir se planta ou não</strong></p>
<p>Os produtores do centro-oeste, bem como do sudeste, e acima de tudo do noroeste mineiro estão em alerta máximo. O feijão esta semana chegou a ser comercializado por R$ 80,00, ou seja, no valor do preço mínimo. Isto que a área semeada foi menor do que no ano passado. Lavouras de trigo e sementes de milho estão particularmente afetando o volume total colhido, e ainda assim o preço mal cobre os custos. Soma-se ainda o fato que, apesar do clima nordestino não ter sido o melhor para a cultura, o feijão úmido que esta sendo colhido naquela região forçou novamente esta semana o mercado para baixo. Também o estado de São Paulo não se importou com o fato de que os grandes produtores que fazem a colheita nesta região também acabaram vendendo com muita pressa em função da umidade. Guardar o feijão úmido é impossível. Regiões como da Bahia não dispõe de secadores, e assim a única alternativa é vender ou perder o produto. Infelizmente a letargia no mercado é tamanha que o cenário mais otimista é que pelo menos não caiam ainda mais os preços.</p>
<p>Justamente neste cenário pouco alvissareiro o produtor da região sul começa a se deparar com o momento de fazer suas decisões de plantio. Que recomendação deve ser seguida agora para as compras de semente e demais insumos? A melhor a fazer é o básico de sempre. Escalonar o plantio. Assim não terá que colher em uma só data, e poderá escalonar a venda aproveitando eventuais oscilações mais a frente. Ter mais de uma variedade também é uma boa recomendação, uma vez que o feijão preto pode ser guardado, o rajado pode ser eventualmente exportado ou consumido por uma praça distinta da que consome o carioca, e agir na contra mão do mercado. Se a vizinhança esta plantando com vontade, tire o pé do acelerador. Se plantarem milho, plante feijão. Estas recomendações devem aliviar um pouco eventuais impactos negativos. A economia também dará sua contribuição. Uma Bolsa Familia revitalizada com mais dinheiro no bolso do povo fará diferença também. Ambiente positivo com o arrefecimento das notícias da grande crise mundial.</p>
<p>Esta semana conversei com uma metereologista do SIMEPAR e li muito sobre o assunto. Após um inverno muito chuvoso que registrou chuvas recordes na região sul teremos ao que tudo indica uma primavera chuvosa e um verão também chuvoso. A intensidade do fenômeno será melhor avaliada na sequência, mas será sem dúvida um fenômeno preponderante no desenvolvimento de varias culturas, em algumas positivas e em outras negativas. Dia a dia este quadro irá ficando mais claro e a agenda do produtor mais apertada. O ideal é manter as cartas na mão e deixar a decisão de plantar e quando plantar somente após reunir todas as informações necessárias.</p>
<p>Nota positiva foi que a revista Veja desta semana, na seção guia, que destacou que entre as dietas de fibras que protegem o coração, apenas uma concha do nosso feijão, e lá estão 5g de fibras, já são suficientes para uma boa saúde.</p>
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		<title>FEIJÃO &#8211; Marcelo Lüders</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 07:46:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agroblog.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Feijão]]></category>

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		<description><![CDATA[Julho trágico para o mercado de feijão Começa a última semana do mês e os produtores estão aflitos pelas condições do mercado das últimas semanas. Existe produção em Minas, Goiás, Bahia, São Paulo e MT. O que é necessário lembrar é que não se pode deixar de levar em consideração que o volume total de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Julho trágico para o mercado de feijão</strong></p>
<p>Começa a última semana do mês e os produtores estão aflitos pelas condições do mercado das últimas semanas. Existe produção em Minas, Goiás, Bahia, São Paulo e MT. O que é necessário lembrar é que não se pode deixar de levar em consideração que o volume total de oferta deste ano será igual ou menor do que a do ano passado. As condições econômicas, perda de poder aquisitivo e desemprego vão continuar falando muito alto, impedindo que o mercado bata recordes como aconteceu no ano passado. Na Bahia o feijão úmido baixa de preço, bem como no interior de São Paulo.</p>
<p>Os produtores de feijão preto tem a alternativa, desde de que não tenham dívidas imediatas, de esperar para comercializar num melhor momento, que certamente virá. O mês de Julho tem a característica de menor volume de negócios, com uma estranha explicação de mês de férias, já que poucas famílias efetivamente realizam viagens neste período, e mesmo as que viajam ainda assim precisam se alimentar independente de onde forem. Após o mês de Julho provavelmente teremos gradativamente uma melhora das vendas, quando o estoque dos produtores brasileiros será menor, e consequentemente teremos a efetiva necessidade de importar o feijão argentino e boliviano.</p>
<p>Já o feijão carioca dependerá dos plantios que ocorrem em regiões menos tradicionais, muitas vezes não recomendadas, mas efetivamente em algum momento somente as questões econômicas irão regular, pois o que depender da oferta ela será menor que a demanda aparente. Quanto aos repiques de plantio sobre o feijão irrigado, deverá ser menor este ano, pelo menos esta é a informação que se capta junto aos produtores e revendas de insumos da região noroeste mineira e na chapada de Goiás.</p>
<p>Chama a atenção o importante trabalho que a EMBRAPA vem realizando com novas variedades de feijões exportáveis. Já não há dúvida que o Brasil será exportador de feijão nos próximos anos para mercados que darão oportunidades também a outros grãos brasileiros. Importante é que existe mercado nacional para estas variedades que estão sendo desenvolvidas, inclusive com algumas já lançadas.</p>
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		<title>FEIJÃO &#8211; Marcelo Lüders</title>
		<link>http://www.agroblog.com.br/feijao/feijao-marcelo-luders-14/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 04:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agroblog.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Feijão]]></category>

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		<description><![CDATA[Da mão para boca O mercado de feijão, como todos os outros, funciona em ondas. Houve uma onda de compras bastante forte há 20 dias atrás e depois disso uma parada que esperava-se que fosse mais curta. Entre as explicações está o período de férias escolares quando tradicionalmente o mercado muda o ritmo para um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Da mão para boca</strong></p>
<p>O mercado de feijão, como todos os outros, funciona em ondas. Houve uma onda de compras bastante forte há 20 dias atrás e depois disso uma parada que esperava-se que fosse mais curta. Entre as explicações está o período de férias escolares quando tradicionalmente o mercado muda o ritmo para um compasso mais lento. Mas existe algo mais. O <em>feeling</em> desenvolvido pelos especialistas neste mercado faz-lhes sentir que esta calmaria é maior do que o normal, e as explicações podem estar na economia.</p>
<p>Os índices da bolsa e o saldo da balança comercial muitas vezes não retratam a micro economia que acontece dentro dos orçamentos domésticos. No bolso mesmo, as referências são outras. É claro que felizmente ainda não estamos falando numa retração que traga o espectro da fome no Brasil. Até agora não se pensa que a consequência da crise mundial, que chegou aqui amenizada, signifique que os brasileiros estão passando fome. Não se trata disso, mas sim de uma posição mais conservadora em frente a prateleira. Quem vai ao supermercado compra estritamente o necessário, ou até menos do que normalmente compraria &#8211; é o famoso “da mão para boca”.</p>
<p>Por causa do desemprego houve também uma retração nas vendas de cestas básicas para outubro. Ora, se as empresas encomendam menos cestas básicas obviamente é porque possuem menos empregados. Consequentemente, aqueles que dependem do almoço na empresa servido por cozinhas industriais também diminuíram. É uma soma de fatores que leva a um efeito cascata, onde todos compram um pouco menos ou retardam suas compras, e o mercado pára. Seguimos com a possibilidade de menor oferta neste ano.</p>
<p>O feijão carioca dependerá da produção dos pivôs do sudeste e centro-oeste. Tradicionalmente estes produtores sabem que o mercado estará em suas mãos e manejam muito bem este momento, evitando vendas quando os preços caem abaixo do que eles consideram o patamar razoável. Os números da CONAB de aproximadamente 3.528.000 T deverá diminuir ainda mais com a inclusão das perdas do nordeste. Poderemos assim ter menos feijão no segundo semestre em comparação ao que tivemos disponível no mesmo período do ano passado.</p>
<p>Já o feijão preto, importaremos da Argentina e Bolívia, com possibilidades de respostas de alguma importação da China. Na semana passada me enchi de coragem e Tamiflu (antiviral contra a gripe H1N1) e fui ao norte da Argentina acompanhar de perto o final da colheita de feijão preto daquela região. A qualidade não é das melhores, pois a seca prejudicou as lavouras e a produtividade foi baixa, e com isso deverão ter um saldo exportável ao redor de 75/85 mil toneladas. Nós precisaremos de cerca de 120 mil toneladas até novembro. Não temos ao certo a informação do volume em mãos dos produtores brasileiros, mas certamente importaremos boa parte do feijão argentino e mais cerca de 20 mil toneladas da Bolívia.</p>
<p>A semana foi de mercado lento com preços ao produtor variando em MG e GO entre R$ 85,00 – R$ 90,00 por saca de 60 kg, e SP até R$ 100,00 para mercadoria extra e seca. A grande preocupação dos empacotadores está hoje no fato de que não há feijão extra, já que a qualidade deste ano caiu muito em relação a aparência do feijão.</p>
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		<title>FEIJÃO &#8211; Marcelo Lüders</title>
		<link>http://www.agroblog.com.br/feijao/chegou-a-dieta-do-feijao/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 04:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agroblog.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Feijão]]></category>

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		<description><![CDATA[Chegou a dieta do feijão A matéria abordada no Globo Repórter da última sexta-feira causou uma certa comoção no meio feijoeiro do Brasil. Mais que isso, a população tomou conhecimento de um beneficio totalmente novo do consumo do feijão como remédio contra triglicérides e também no combate a absorção dos amidos servindo como auxiliar nas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Chegou a dieta do feijão</strong></p>
<p>A matéria abordada no Globo Repórter da última sexta-feira causou uma certa comoção no meio feijoeiro do Brasil. Mais que isso, a população tomou conhecimento de um beneficio totalmente novo do consumo do feijão como remédio contra triglicérides e também no combate a absorção dos amidos servindo como auxiliar nas dietas trazendo a tão sonhada perda de peso.</p>
<p>Lembrei imediatamente do que um médico amigo comentou anos atrás. Ele dizia que a dificuldade da ingestão de soja pelos seres humanos em sua forma natural e também a dificuldade de transformar através de processos poluentes e com aditivos em algo comestível prende-se ao fato de que a soja não foi concebida para consumo humano e sim de animais.</p>
<p>Porém o feijão, dizia ele, já foi criado pronto para consumo humano. Pensei naquela ocasião que estava ai a resposta porque é difícil imaginar outra maneira de consumir o feijão que não as tradicionais receitas que conhecemos. O feijão não permite muita variação e foi feito para os seres humanos. Quanto mais se pesquisa mais se chega nesta conclusão. Há alguns anos atrás mantive contato com um programa americano que aplicou uma verba publica de U$ 1.500.000,00 apenas para reunir toda pesquisa disponível nos Estados Unidos sobre os benefícios do consumo do feijão.</p>
<p>O aumento de consumo é considerado tão importante que este programa foi efetuado e desde então permanentemente se buscam mais evidências de maneira coordenada. As principais conclusões são as seguintes: Os feijões fornecem definitivamente energia e vitalidade, fazem bem para o coração, reduzem o risco de diversos riscos de câncer, mantém o nível correto de açúcares no sangue, tem o nível necessário diário de fibras e proteínas, recomendado para as grávidas e para a boa saúde nas primeiras refeições do bebê depois do aleitamento materno, recomendado para pessoas com alergias aos alimentos nos casos que vem crescendo no mundo todo. Todos os dias em alguma parte do mundo algum pesquisador renomado atesta o valor do feijão.</p>
<p>Logicamente o feijão branco ou alubia, que é importado da argentina, prontamente registrou uma boa e imediata procura no atacado e obviamente nas prateleiras. Ações como esta, de conscientização dos benefícios, podem e devem seguir acontecendo para boa saúde do Brasil e dos produtores brasileiros. Talvez assim alguns produtores comecem a observar as possibilidades de plantar outras variedades.</p>
<p>Quanto ao mercado, esteve extremamente calmo nestes dias. Houve redução de preço na venda em fardo para os supermercados que certamente não será tão logo repassada para os consumidores. Imediatamente ao produtor no carioca está se propondo pagar R$ 80,00 até R$ 90,00 por saco de 60 kgs. No caso do feijão preto também houve redução dos preços ao produtor ao redor de R$ 75,00 FOB fazenda.</p>
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		<title>Feijão &#8211; Marcelo Lüders</title>
		<link>http://www.agroblog.com.br/feijao/feijao-marcelo-luders-13/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 11:38:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agroblog.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Feijão]]></category>

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		<description><![CDATA[Centro Nacional de Inteligência do Feijão Durante a 10ª Reunião da Câmara Setorial do Feijão foram debatidos diversos temas de suma importância para o mercado brasileiro de feijão. Os participantes analisaram as providências que devem ser tomadas para atender as necessidades apresentadas nos Dados da Assessoria de Gestão Estratégica do Ministério da Agricultura (AGE/Mapa), as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Centro Nacional de Inteligência do Feijão</strong></p>
<p>Durante a 10ª Reunião da Câmara Setorial do Feijão foram debatidos diversos temas de suma importância para o mercado brasileiro de feijão. Os participantes analisaram as providências que devem ser tomadas para atender as necessidades apresentadas nos Dados da Assessoria de Gestão Estratégica do Ministério da Agricultura (AGE/Mapa), as quais apontam que a área plantada de feijão na safra 2008/2009 é de 3,9 milhões de hectares, e que a expectativa para 2018/2019 chegue a 4,6 milhões de hectares. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2020 a nossa população será de 207 milhões de brasileiros, criando uma projeção de que o consumo anual de feijão ultrapasse 4,6 milhões de toneladas, o que representa 27% a mais do que temos hoje.</p>
<p>Assim, nosso desafio é aumentar a área plantada e a produtividade. Por onde começar? Pela semente. Com o objetivo de sustentar a necessidade de imediatas providências que norteiem a pesquisa, fiscalização, o desenvolvimento e intensificação do uso de sementes de feijão, uma vez que, atualmente, o índice de uso nacional está ao redor de apenas 12%, sendo o mais baixo entre as principais culturas. Porém as vantagens são muitas:</p>
<p>1. Melhor plantabilidade e uniformidade na germinação, resultando em melhor rendimento no controle fitossanitário da cultura, período de maturação homogêneo, consequentemente melhor qualidade e produtividade dos grãos;</p>
<p>2. Diminuição da transmissão de doenças através das sementes, o que leva ao menor consumo de agroquímicos. O grão comercial contém mais de 50 patógenos diferentes, por exemplo, ao contaminar um campo com mofo branco despende-se entre 10 a 12 anos para recuperá-lo;</p>
<p>3. Informação real da área plantada, através do controle sobre os campos e a produção de semente permitindo ao governo planejamento no que se refere ao abastecimento;</p>
<p>4. Menor sonegação de impostos por parte do agricultor;</p>
<p>5. Custo da semente representa apenas 5% do custo total da lavoura hoje, sendo que, com maior uso este custo diminuirá;</p>
<p>6. Os estados que mais usam sementes apresentam índice superior de produtividade;</p>
<p>7. Valorização do trabalho do pesquisador, investimento privado no desenvolvimento de variedades resistentes à seca e diversas doenças, bem como novas variedades.</p>
<p>Foi sugerida ao Ministro Reinhold Stephanes a formação de um colegiado composto de empresas de pesquisa e o IBRAFE (Instituto Brasileiro do Feijão) buscando organizar e orientar o uso de sementes por parte dos produtores, com o nome de Centro Nacional de Inteligência do Feijão. Provavelmente, aproveitando os exemplos como o do Paraná, onde o Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER/PR) apresentou o Projeto Centro-Sul de Feijão e Milho, que objetiva melhorar a produtividade média da agricultura familiar, que hoje é de mil quilos por hectare, no caso do feijão. “A meta é alcançar dois mil quilos por hectare. Para isso, estamos criando unidades demonstrativas de feijão e milho e profissionalizando mais de 2,9 mil produtores”, destacou o engenheiro agrônomo, Marco Antônio Brandão Borges. Pessoalmente este experiente profissional acredita que a criação do colegiado Centro Nacional de Inteligência do Feijão contribuirá em muito para que a questão básica na cultura seja resolvida, que é exatamente irradiar a experiência da EMATER/PR para outros pólos produtivos.</p>
<p>Com respeito o abastecimento deste ano, o quadro está ficando a cada dia pior. Segundo João Ruas (CONAB) o governo tem estoque 6.203 T de feijão preto e 7.154 T de feijão carioca que podem ser usados para, no momento oportuno, abastecer o mercado. Também o abastecimento a ser complementado por uma área plantada 3% menor que a de 2007/2008, somando um total de 788.700 ha que podem chegar a produzir 762 mil toneladas. Como este valor ainda deve ter uma redução quando computados os números das perdas do nordeste, a oferta total este ano não será maior que a oferta total do ano passado, chegando, se der tudo certo, em 3.528 T. A conclusão é o produtor que plantou o feijão irrigado vai ter uma boa margem e, no varejo, o mercado vai subir substancialmente.</p>
<p>Os preços desta semana se mantiveram estáveis entre R$ 85 e R$ 100 ao produtor.</p>
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		<title>FEIJÃO &#8211; Marcelo Lüders</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 12:17:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agroblog.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Feijão]]></category>

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		<description><![CDATA[O Feijão nosso e o Hambúrguer deles Os últimos 30 dias apresentaram um período de forte valorização do feijão entre 30% e 63%, dependendo do tipo. Já era esperado que como consequencia do fim da segunda safra brasileira os preços começassem a subir. O período que temos a frente compreende uma pequena entressafra, entre a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Feijão nosso e o Hambúrguer deles</strong></p>
<p>Os últimos 30 dias apresentaram um período de forte valorização do feijão entre 30% e 63%, dependendo do tipo. Já era esperado que como consequencia do fim da segunda safra brasileira os preços começassem a subir. O período que temos a frente compreende uma pequena entressafra, entre a segunda e a terceira safra, não superior a 30 dias. Esta terceira safra aponta para um movimento normal, ou seja, sempre é mais valorizada que as outras duas safras. A razão é a menor área plantada, bem como os custos desta lavoura que são mais caros, uma vez que se desenvolve sob irrigação e aplicação de alta tecnologia. Os preços nas prateleiras que estiveram ao redor de R$ 1,00 em alguns momentos podem chegar rapidamente aos R$ 3,00 e certamente irão passar destes níveis em determinados momentos. Isto certamente criará um estimulo adicional para os produtores da região sul que irão estar em época de decisão de plantio a partir do mês de julho. Como soja e milho não estão apontando para condições mais favoráveis a área pode ser grande novamente. Assim, o governo federal faz bem ao se preparar mais uma vez para quando for acionado dar pronta resposta ao mercado. Que os problemas do ano passado de demora em acessar os recursos do AGF, após a entrega em armazéns credenciados, bem como a falta destes armazéns, seja resolvida. Afinal quem irá fazer as maiores apostas será o produtor rural. Ainda que alguns insumos baixem de preço, certamente o clima será novamente uma incógnita. Com o El Niño de volta a cena podemos ter pouca umidade no solo em agosto e setembro, época ideal para o desenvolvimento desta safra.</p>
<p>O feijão preto vem servindo de poupança para os produtores da região sul, que na medida que tenham necessidade de recursos vão vendendo muito lentamente seus estoques. Isto está fazendo com que os produtores argentinos sonhem com os US$ 1.000 que chegou no ano passado. A recomendação é que o sonho pode virar pesadelo se o Brasil resolver trazer feijão preto da China.  A realidade é outra economicamente no Brasil, temos mais desempregados e as dificuldades de reajuste de preço serão terríveis, ainda mais com estoques na mão do governo, na mão de produtores e ainda com possibilidade de trazer feijão do oriente.</p>
<p><em>A nota triste  da semana</em> &#8211; Michael Jackson deixou de viver. Interessante que sua cozinheira, mineira de Curvelo, lhe dava feijão quando era criança e ele gostava muito. Se houvesse mantido este bom hábito provavelmente não teria morrido tão cedo, segundo alguns, praticamente subnutrido.</p>
<p><em>A nota alegre da semana</em> &#8211; Registre-se o fato alegre que a seleção brasileira de futebol, tricampeã da Copa das Confederações, levou uma quantidade importante de feijão na bagagem e o resultado foi um time vigoroso com força física para virar o jogo na final com os americanos fãs de hambúrguer.</p>
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		<title>FEIJÃO &#8211; Marcelo Lüders</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 11:50:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Agroblog.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Feijão]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais brasileiros &#8211; Mais Feijão Uma pesquisa realizada pelo IBGE prevê que seremos 207.143.243 brasileiros em 2020. Assim o consumo de feijão anual será acima de 4,5 milhões de toneladas. Como atender esta demanda? Não há dúvidas que somos o celeiro do mundo e poderemos estar exportando também feijão, desde que, tenhamos as variedades adequadas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mais brasileiros &#8211; Mais Feijão</strong></p>
<p>Uma pesquisa realizada pelo IBGE prevê que seremos 207.143.243 brasileiros em 2020. Assim o consumo de feijão anual será acima de 4,5 milhões de toneladas. Como atender esta demanda? Não há dúvidas que somos o celeiro do mundo e poderemos estar exportando também feijão, desde que, tenhamos as variedades adequadas. Para atender esta demanda não vamos escapar do aumento de produtividade. Teremos que diminuir os desperdícios ao longo do processo da propriedade rural até o consumidor. </p>
<p>Mais do que isso, a evolução da pesquisa criando cultivares resistentes a diversos patógenos bem como produtividade crescente. Contudo, é urgente que tenhamos a atenção voltada a questão das sementes que levantei aqui no artigo “Tudo começa com uma boa semente”, do dia 9 de junho. O IBRAFE &#8211; Instituto Brasileiro do Feijão, conseguiu colocar essa questão na pauta da 10ª Reunião da Câmara Setorial do Feijão no MAPA que será realizada no próximo da 30 de Junho .</p>
<p>A evolução no ritmo necessário não vai acontecer se não houver o cumprimento da lei que já existe e prevê o uso de sementes por parte dos produtores. É necessário termos preços acessíveis, assim como a conscientização do produtor pelas vantagens do uso das sementes Precisamos ter as autoridades efetivamente cumprindo seu papel de vigiar a produção de sementes para que o produtor, que vai pagar o preço da semente, receba efetivamente semente e não um grão comercial melhorado. Será praticamente impossível a orientação e a exigência do cumprimento da lei acontecerem por parte da estrutura pública, pois para esta área os servidores são poucos e estão atarefados com inúmeras demandas, igualmente importantes. Diante deste quadro tem surgido a idéia e já se discute propor que se permita que o estado em parceiria ou em uma espécie de colegiado efetue este trabalho de conscientizar e fiscalizar o uso de sementes.</p>
<p>Quanto ao mercado desta semana observamos uma tranquilidade após a alta substancial do final da semana passada. É natural que após um aclive, o que eventualmente estava armazenado ou sendo preparado para AGF, venha para o mercado e irrigue este mercado. O final da semana já apresentava sinais dessa tranquilidade. No entanto, tão logo haja uma maior procura, e isto deverá ocorrer a qualquer momento até o início do próximo mês, vamos observar novas reações nos preços do feijão carioca, principalmente. O feijão preto mantém a necessidade, a partir de agora, de importação da Argentina chegando em nossa fronteira por R$ 72,00 mais frete e impostos.</p>
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