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	<title>Comentários sobre: MILHO &#8211; Rodrigo Zobaran</title>
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	<description>Um time de grandes Agroblogueiros disponibilizam semanalmente análises e informações privilegiadas sobre o agronegócio.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Feb 2012 19:07:35 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: Antonio Fernandes</title>
		<link>http://www.agroblog.com.br/milho/milho-alimento-ou-energia/comment-page-1/#comment-799</link>
		<dc:creator>Antonio Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 06:46:26 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Rodrigo,
É impossível não reduzir área de plantio, uma vez que os atuais preços, mal remunera os custos de produção, ainda porque o clima foi perfeito, senão nem os custos remuneraria. A cada ano o plantio na região centro-sul vai ficando mais inviável, pois não conta com nenhum mecanismo do governo. Estamos vendendo milho abaixo do preço mínimo e ninguem cogita em nada de PEP, PEPRO, EGF, AGF, etc. Gostaria apenas de alertar para o problema do abastecimento estar cada vez mais dependente da produção da 2ª safra, e esta ser vulnerável à condições climáticas. Parece ainda não ser este ano, mas o ano em que as condições não forem favoráveis para a produção da SAFRINHA, com certeza teremos sérios problemas no abastecimento, uma vez  que a tendência é reduzir ainda mais a área de plantio do centro-sul.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Rodrigo,<br />
É impossível não reduzir área de plantio, uma vez que os atuais preços, mal remunera os custos de produção, ainda porque o clima foi perfeito, senão nem os custos remuneraria. A cada ano o plantio na região centro-sul vai ficando mais inviável, pois não conta com nenhum mecanismo do governo. Estamos vendendo milho abaixo do preço mínimo e ninguem cogita em nada de PEP, PEPRO, EGF, AGF, etc. Gostaria apenas de alertar para o problema do abastecimento estar cada vez mais dependente da produção da 2ª safra, e esta ser vulnerável à condições climáticas. Parece ainda não ser este ano, mas o ano em que as condições não forem favoráveis para a produção da SAFRINHA, com certeza teremos sérios problemas no abastecimento, uma vez  que a tendência é reduzir ainda mais a área de plantio do centro-sul.</p>
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		<title>Por: roberto helcer</title>
		<link>http://www.agroblog.com.br/milho/milho-alimento-ou-energia/comment-page-1/#comment-796</link>
		<dc:creator>roberto helcer</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 11:35:08 +0000</pubDate>
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		<description>Prezado Rodrigo, planto no sudoeste de São Paulo com alta tecnologia. Produzo em torno de 180 sc/ha. O preço de mercado em minha região é de R$15,00 e não consigo ver margem de lucro. Podemos ter uma pequena margem na safra, mas não consigo manter as despesas fixas durante o ano. Isso ainda, sem contarmos os aumentos dos insumos que para fazermos a reposicão para a próxima safra, sairão mais caros. Vejo que se a safrinha for bem, teremos ainda mais exedentes os quais trarão preços ainda menores de mercado. Concordo que o agricultor não tem saída e que tem que manter a máquina funcionando e que a única solução seria a abertura do mercado externo. Ainda digo que a safrinha é um plantio de &quot;risco&quot; e que é preferivel plantar com menos tecnologia e colher menos, do que gastar mais para produzir e não ter o risco de se colher menos ou até perder. Para se produzir bem o milho, é necessário água e não adianta adubar mais que não será correspondido nas proporções investidas, a não ser que as condições climáticas sejam perfeitas. Há 20 anos atrás, com produção, comprávamos mais terras, hoje mal pagamos os custos. Eu entendo que os patamares mudaram, mas o que não pode e serem inviáveis...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Rodrigo, planto no sudoeste de São Paulo com alta tecnologia. Produzo em torno de 180 sc/ha. O preço de mercado em minha região é de R$15,00 e não consigo ver margem de lucro. Podemos ter uma pequena margem na safra, mas não consigo manter as despesas fixas durante o ano. Isso ainda, sem contarmos os aumentos dos insumos que para fazermos a reposicão para a próxima safra, sairão mais caros. Vejo que se a safrinha for bem, teremos ainda mais exedentes os quais trarão preços ainda menores de mercado. Concordo que o agricultor não tem saída e que tem que manter a máquina funcionando e que a única solução seria a abertura do mercado externo. Ainda digo que a safrinha é um plantio de &#8220;risco&#8221; e que é preferivel plantar com menos tecnologia e colher menos, do que gastar mais para produzir e não ter o risco de se colher menos ou até perder. Para se produzir bem o milho, é necessário água e não adianta adubar mais que não será correspondido nas proporções investidas, a não ser que as condições climáticas sejam perfeitas. Há 20 anos atrás, com produção, comprávamos mais terras, hoje mal pagamos os custos. Eu entendo que os patamares mudaram, mas o que não pode e serem inviáveis&#8230;</p>
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		<title>Por: Rodrigo Zobaran</title>
		<link>http://www.agroblog.com.br/milho/milho-alimento-ou-energia/comment-page-1/#comment-794</link>
		<dc:creator>Rodrigo Zobaran</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 10:25:52 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Roberto. Confesso que é impossível negar a presença de excedentes de milho em nossos estoques. Eu na verdade quero ressaltar que não estamos produzindo muito, e sim escoando pouco. Não podemos nem pensar em reduzir área de milho, pois a fábrica (terra, maquinário e recursos humanos) estão disponíveis e não podem parar. Temos que consolidar a exportação e para isso volto a defender um ponto que considero crucial no centro-oeste, que é a profissionalização da produção de milho safrinha, para que os índices de produtividade sejam melhorados e os custos de produção por tonelada reduzidos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Roberto. Confesso que é impossível negar a presença de excedentes de milho em nossos estoques. Eu na verdade quero ressaltar que não estamos produzindo muito, e sim escoando pouco. Não podemos nem pensar em reduzir área de milho, pois a fábrica (terra, maquinário e recursos humanos) estão disponíveis e não podem parar. Temos que consolidar a exportação e para isso volto a defender um ponto que considero crucial no centro-oeste, que é a profissionalização da produção de milho safrinha, para que os índices de produtividade sejam melhorados e os custos de produção por tonelada reduzidos.</p>
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	<item>
		<title>Por: roberto helcer</title>
		<link>http://www.agroblog.com.br/milho/milho-alimento-ou-energia/comment-page-1/#comment-793</link>
		<dc:creator>roberto helcer</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 09:34:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.agroblog.com.br/?p=690#comment-793</guid>
		<description>Prezado Rodrigo, sinto discordar de você quando fala que não temos excedentes de milho no Brasil. Se não tivessemos excedentes, não estariamos com os silos abarrotados e preços abaixo do custo de plantio. Mesmo se triplicassemos a produção animal, ainda sobraria muito para exportação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Rodrigo, sinto discordar de você quando fala que não temos excedentes de milho no Brasil. Se não tivessemos excedentes, não estariamos com os silos abarrotados e preços abaixo do custo de plantio. Mesmo se triplicassemos a produção animal, ainda sobraria muito para exportação.</p>
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